Victor Manuelle - Sin querer queriendo in Victor Manuelle (1996)
sábado, outubro 18, 2008
Salsa y merengue (29)
Victor Manuelle - Sin querer queriendo in Victor Manuelle (1996)
quarta-feira, outubro 15, 2008
Salsa y merengue (28)
Web: Gilberto Santa Rosa
Gilberto Santa Rosa - No ha pasado nada in Esencia (1996)
sexta-feira, outubro 10, 2008
Salsa y merengue (27)
Gilberto Santa Rosa / Victor Manuelle - Controversia in Dos soneros, una historia (2005)
Eis aqui um trecho de um espectáculo realizado en San Juan de Puerto Rico por dois dos maiores soneros da actualidade: Gilberto Santa Rosa e Victor Manuelle. O primeiro é mais veterano e consagrado, enquanto que o segundo partilha com Marc Anthony a liderança da geração mais jovem, se bem que, dada a recente trajectória do marido de Jennifer López, Victor parece em vantagem entre o público mais genuinamente salsero.
O tema aqui apresentado é uma desgarrada entre um urbano, Gilberto, e um jíbaro (camponês das montanhas da ilha), Victor. É uma sátira convencional que, ainda assim, faz algum sentido, pois, apesar de ambos estarem radicados em Nova Iorque, o certo é que o primeiro é originário da capital de Puerto Rico, San Juan; e o segundo é originário de uma pequena cidade do oeste da mesma ilha, Isabela. Porém, como proclama o refrão montuno, os dois são boricuas de pura cepa. Boricua ou borinqueño é um termo popular para designar os habitantes de Puerto Rico que e deriva do nome pré hispânico da ilha, Borinquén.
quinta-feira, outubro 02, 2008
Radio (10) (3 remake)
(Clicar logotipo para aceder à respectiva página web - para escutar em directo: clicar en vivo)
domingo, setembro 28, 2008
La movida (21) (6 remake)
Golpes Bajos - Santos de devocionario in Santos de devocionario (1985)
terça-feira, setembro 23, 2008
La movida (20)
Los Sencillos - Bonito es (1992)
Espanha - 25/05/1992: #07 Top Singles (17 semanas em lista)
Viagens (66): Navarra, Guipúzcoa, Labourd (7)
(Ampliar fotos: clicar em cima; depois, ao lado direito, clicar View full image)
quarta-feira, setembro 17, 2008
Viagens (64): Navarra, Guipúzcoa, Labourd (5)
Fora do perímetro antigo, temos os Ensanches, onde impera o sossego, o bem-estar burguês provinciano. Alarga-se em avenidas arborizadas, entremeadas por parques. Destacam-se edifícios modernos - hotéis, empresas, escolas, clínicas e hospitais. Com efeito, aí aprecia-se uma outra faceta menos conhecida do turista comum: a de pólo universitário e hospitalar. O seu centro é a Universidad de Navarra, abrangendo várias instituições de ensino, clínicas e hospitais privados. É um complexo de excelência, conotado com a Opus Dei. Está na vanguarda em certas especialidades da ciência, em particular, da medicina. Por esta razão, aqui se realizam congressos e afluem estudantes, investigadores e doentes. Os modernos hotéis florescem muito mais à conta desses visitantes do que dos turistas festivos dos Sanfermines. É interessante, como o tradicionalismo católico, que sob a forma de carlismo aqui se implantou beligerantemente contra a modernidade, de algum modo contribuiu para uma certa forma de modernidade. Hoje em dia, não é obvio rever em Pamplona o feudo reaccionário que foi em momentos decisivos da história contemporânea espanhola. Exige um certo esforço imaginar, por exemplo, o General Mola a abrir as hostilidades da Guerra Civil, arengando numa Plaza del Castillo repleta de fanáticos carlistas, prontos para todas as violências, de cruz em riste... Além do mais, as marcas do tradicionalismo, patentes em algum património monumental, parecem desfasadas da cidadania ou ambiguamente valorizadas. A ambiguidade está na exaltação do ambivalente autonomismo fuerista, que é partilhado pelo tradicionalismo e pelo nacionalismo basco. Aliás, marcas mais evidentes, ainda que, talvez, mais artificiais, são as da identidade basca. Artificiais, porque parecem decorrer mais do militantismo político do que da realidade sociológica. Três exemplos: Veêm-se mais ikurriñas (bandeiras bascas) do que bandeiras navarras, não obstante não terem acesso aos edifícios oficiais; não são raras as manifestações de apoio aos radicais independentistas bascos (presenciei uma, silenciosa, de familiares de presos etarras), mas a maior parte das pessoas é-lhes indiferente ou hostil; todas as artérias estão rotuladas em castelhano e basco, mas, ao contrário das pequenas localidades do norte de Navarra, não se ouve falar basco nos bares e nas rua.
Há ainda a Pamplona periférica, constituída por localidades suburbanas (Villava, Huarte, Berrioplano, Berriozar...). São bairros residenciais e zonas fabris. Lembra-nos que a cidade é um pólo industrial composto por pequenas e médias empresas e por uma grande fábrica, da Wolkswagen. É uma zona onde se reencontra a paisagem suburbana comum às periferias citadinas de Espanha, composta por bairros incaracterísticos de classes médias baixas e por recentes urbanizações de vivendas geminadas, de sectores sociais mais elevados. Entre estas, encontram-se algumas zonas residenciais de qualidade, como Zizur Mayor/Zizur Nagusia. Seja como for, esta realidade dá-nos conta desse delírio de especulação infrene assente na construção civil, que assolou a Espanha nos últimos anos. Felizmente, no caso de Pamplona, algumas das consequências urbanísticas menos agradáveis são atenuadas por uma progressiva transição para um ambiente rural. Com efeito, rapidamente se entra num cenário de belas paisagens, em especial, pelo Norte, onde vislumbram-se já os encantos dos Pirenéus. Sublinhe-se este aspecto, já que, efectivamente, o enquadramento geográfico é uma mais-valia para a cidade, a qual está num vale formado pelo Rio Arga, entre as montanhas e a meseta. É um local estratégico, a um pulo de realidades humanas e naturais de grande beleza, mas contrastantes.











