quarta-feira, dezembro 31, 2008
Boulevard nostalgie (29)
terça-feira, dezembro 30, 2008
Boulevard nostalgie (27)
Paris, la visite - Sítio Oficial
François Margolin - Paris, la visite (Extracto)
sábado, setembro 01, 2007
Boulevard Nostalgie (26)
1 2 3 4 5 6 7 8 9 10
Nino Ferrer - Agata (versão francesa) (1969)
sexta-feira, agosto 31, 2007
Boulevard Nostalgie (24) (9 remake)
Esta colectânea ilustra o conjunto da trajectória da sua carreira francesa. Não é um simples CD, já que este está integrado num pequeno livro com abundante documentação sobre o artista e excelente grafismo.
1 2 3 4 5 6 7 8 9 10
Web: Página Oficial
Nino Ferrer - Les cornichons (1966)
segunda-feira, janeiro 08, 2007
Boulevard nostalgie (23)
Antony Beevor / Artemis Cooper - Paris após a libertação: 1944 - 1949 (1994)
De Antony Beever já tinha lido três obras: A Guerra de Espanha, Stalinegrado e A queda de Berlim. É um historiador ao bom velho estilo britânico. Esta obra, porém, sai um pouco do estilo. Feita em parceria com a sua mulher, Artemis Cooper, tem uma forte componente mundana, não deixando de ser, essencialmente, história política. O mundano advém da utilização de um grande manancial de fontes situadas em sectores sociais privilegiados, particularmente nos meios diplomáticos. Com efeito, Artemis Cooper é neta daquele que era o embaixador britânico em Paris nesses tempos. É uma perspectiva culta, curiosa e artística, bem pertinente quando se trata de uma cidade como Paris.
A grande conclusão que tirei é que esta cidade tem em si o sortilégio de, nas mais difíceis condições, nunca perder o encanto e o requinte. Mais ainda, tem (ou tinha…) o poder de sustentar um ininterrupto fervilhar de ideias e expressões artísticas, mesmo em situações limite. E tal, sem que os sectores responsáveis por este carácter imanente se alheiem da realidade política. Bem pelo contrário, a política sempre penetrou a vida artística e intelectual parisiense, de um modo, porventura, até, exagerado.
Outras conclusões se podem tirar: as dificílimas condições de vida do pós-guerra persistiram até, praticamente, ao final da década; o poder e a fraqueza do gaullismo vinham das suas insuperáveis contradições; o estalinismo do Partido Comunista Francês proporcionou exemplos da mais sórdida hipocrisia; o Plano Marshall foi imediatamente decisivo para libertação da miséria e da ameaça comunista. É um livro que se lê de bom grado, com proveito e é adequado a vastos públicos.
quinta-feira, setembro 28, 2006
terça-feira, março 07, 2006
Boulevard nostalgie (21)


Férré musicou alguns dos mais conhecidos poemas de ambos (curiosamente, não o fez com o famoso Le Bateau Ivre, de Rimbaud). Com o seu talento de compositor e com a orquestração de Jean-Michel Defaye conseguiu um resultado espectacular. É evidente que tal implicou uma espécie de comunhão espiritual entre "malditos anarquistas"... Exemplares são os temas Il Patinait Merveilleusent (Verlaine), Le Buffet (Rimbaud), Les Corbeaux (Rimbaud), Ô Triste, Triste Était Mon Âme (Verlaine) e Les Pensionnaires (Verlaine). Neste último, a música consegue reforçar adequadamente o forte erotismo do poema.
Esta edição em CD aparece integrada numa colecção de três volumes que é a compilação de álbuns de Léo Ferré para a editora Barclay, dedicados a Baudelaire, Verlaine, Rimbaud e Apollinaire. Além da colecção corresponder a um conceito coerente, tem uma apresentação condigna.
1 2 3 4 5 6 7 8 9 10
Audio Sampler Amazon.fr
Página Web Léo Ferré
Página Web Paul Verlaine
Página Web Arthur Rimbaud
sábado, dezembro 03, 2005
Boulevard nostalgie (20)
No exercício das minhas funções de professor sigo uma espécie de máxima: jamais mercenário; jamais missionário! Contudo, a verdade é que no nosso sistema de ensino tão decadente e desorganizado, se não fosse a existência de algumas almas missionárias (ou quase) distribuidas por tantas escolas, as coisas seriam muito piores... Mas voltando ao filme. Há hoje a tendência para valorizar a originalidade e a ousadia, o que se compreende, porque a originalidade vai-se esgotando. Porém, as fórmulas convencionais continuam a suscitar muitos dos mais interessantes filmes. Não me estou a referir tanto ao rosário de sequelas com que a indústria de Hollywood vem abastecendo o mercado - muitas delas francamente oportunistas. Refiro-me, sobretudo, a cinematografias cada vez mais periféricas - a francesa é um bom exemplo. É certo que o cinema francês tem-me apresentado alguns dos filmes mais aborrecidos (muitos discursivos e intelectualizados), mas também, por outro lado, alguns dos mais interessantes. Este foi uma óptima surpresa!
1 2 3 4 5 6 7 8 9 10
quinta-feira, dezembro 01, 2005
Boulevard nostalgie (19)
quinta-feira, dezembro 23, 2004
Boulevard nostalgie (18)
Boulevard Nostalgie (17)
Nas nossas FNACs apareceu agora a sua obra integral (L'Intégrale) reunida numa enorme caixa que é uma peculiar réplica do Arco de Triunfo. São 44 álbuns, 786 canções, 64 páginas e... 700 euros. Sendo eu comprador compulsivo de CDs, DVDs e livros, assim estoirando, mês após mês, o meu salário quase até ao último cêntimo, senti-me tentado a elevar qualitativamente a incontinência com a aquisição de tão extravagante produto. Mas contive-me, héllas, que remédio...
A página oficial de Aznavour é monumental, mas há outras muito boas também. Eis um artista que está representado na rede a um nível correspondente ao seu valor.
sábado, novembro 13, 2004
Boulevard Nostalgie (16)
A decadência progressiva do grupo é patética! Algumas imagens são inolvidáveis, nomeadamente a morte de Michel Piccoli, suspenso num parapeito, em épico transe de libertação de gases... O patético acentua-se quando o instrumento viril de Marcello deixa de funcionar, suscitando nele um desconcertante desespero. Os quatro morrem de formas bizarras, mas Andrea sobrevive-lhes melancolicamente e volta para as suas funções docentes - a senhora era mestre-escola...
Boulevard Nostalgie (15)
segunda-feira, outubro 11, 2004
Boulevard Nostalgie (14)
Ah, c'est toujours toi que l'on blesse
C'est toujours ton miroir brisé,
Mon pauvre bonheur ma faiblesse
Toi qu'on insulte et qu'on délaisse
Dans toute chair martyrisée.
Aimer à perdre la raison
Aimer à n'en savoir que dire
À n'avoir que toi d'horizon
Et ne connaître de saisons
Que par la douleur de partir
Aimer à perdre la raison.
La faim la fatigue et le froid,
Toutes les misères du monde,
C'est par mon amour que j'y crois
En elles je porte ma croix
Et de leurs nuits ma nuit se fonde
Boulevard Nostalgie (13)
segunda-feira, outubro 04, 2004
Boulevard Nostalgie (12)
Boulevard Nostalgie (11)
Boulevard Nostalgie (10)
Audio Sampler Amazon.fr (track 5 disco 1)



















.jpg)


