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domingo, julho 06, 2008

Andalucía (26)


Salmarina - Fué en Sevilla in Carlos Saura - Sevillanas (1992)

sexta-feira, julho 04, 2008

Andalucía (25)

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Salmarina - Filigrana (1993)
O que valoriza as sevillanas de Salmarina, para além de qualidade vocal, tem sido a qualidade dos produtores. Primeiro os irmãos Muñoz e Évoras, seus conterrâneos. Depois, com Manuel Ruíz Queco. Este cordovês, sempre próximo do seu compadre Vicente Amigo, esteve nos anos 80 e 90 em muito do que inovador foi surgindo no universo flamenco, através de experiências fusionistas que foram desde as fronteiras do rock até aos domínios mais comerciais - foi, por exemplo, produtor de Las Ketchup e autor do seu êxito Aserejé. Note-se que tem sido não só produtor como também guitarrista e cantor. Neste caso interessa-nos como produtor, já que a qualidade de arranjos e direcção artística patenteada no álbum aqui em apreço constitui como que um paradigma de qualidade em termos de sevillanas. Na senda do que havia sido feito por Muñoz e Évoras, Queco conduz Salmarina a um conceito de sevillanas com fronteiras totalmente esbatidas em relação ao flamenco e com uma estética comum a muitas formas de nuevo flamenco. Impera o acústico. As guitarras, o cajón, o baixo e aqui e ali a flauta envolvem com suavidade as vozes sempre vibrantes do trio de Sanlúcar. Finalmente, a qualidade das composições, em boa parte da autoria de Queco, está muito acima do estereótipo do género e é ainda um factor mais decisivo que tudo o resto, que já não é pouco.
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Sal Marina - La luz del entedimiento in Filigrana (1993)

sábado, maio 19, 2007

Andalucía (24)


Sevilla FC vs Real Bétis Balonpié: Rivalidade sevilhana con morbo y salero

Andalucía (23)



El Arrebato - Himno del Centenario FC Sevilla (2006)

sexta-feira, maio 18, 2007

Andalucía (22)

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El Arrebato - Una noche con arte (2003)

O sevilhano El Arrebato (de seu nome Javier Labandón) faz uma música simples e alegre que se adequa ao lugar-comum que se associa à capital andaluza. Aqui e ali uns acordes de guitarra flamenca, uma voz aflamencada, ritmo compassado e espírito alegre. Nesta receita introduzem-se umas pitadas techno, assim como uma pose marginal e o resultado está garantido. Em Espanha El Arrebato vende muito e alcançou notoriedade. Além disso, o seu fulgor sevillista (adepto do Sevilla FC) tornou-o um fenómeno de popularidade no vibrante universo local. Com efeito, foi ele que deu voz ao Himno del Centenario, aquando da comemoração dos 100 anos do clube. Vem a propósito esta alusão, na sequência do terceiro grande êxito internacional do clube:
depois da categórica vitória na Taça UEFA do ano passado contra o Middlesbrough (4 - 0), depois da estrepitosa vitória na Supertaça Europeia sobre o Barça (3 - 0), surge agora a segunda vitória (e consecutiva!) na Taça UEFA, agónica, mas épica sobre o RCD Espanyol. E ainda está na final da Taça do Rei (onde é claramente favorito contra o modesto Getafe) e no terceiro lugar da Liga, com opções não negligenciáveis para a ganhar. Haja alegria e venha um tema pegadizo de El Arrebato...!

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El Arrebato - Un amor tan grande in Una noche con arte (2003)

domingo, maio 13, 2007

Andalucía (21)

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Salmarina - Lo mejor de Salmarina (2001)
Nos anos oitenta surgiram diferentes modalidades de inovação do género sevillanas. Dentro de um amplo universo de grupos surgiram novas propostas quer numa via mais comercial, (o melhor exemplo: Cantores de Hispalis que alcançaram grandes êxitos de vendas), quer numa via mais estritamente artística. O melhor exemplo desta última via é o trio Salmarina, de Sanlúcar de Barrameda (Cádiz). Alguns dos seus melhores álbuns correspondem à segunda metade dos anos oitenta, produzidos por José Miguel Évoras e Isidro Muñoz. Essa fase está documentada em quatro álbuns que foram reeditados conjuntamente sob o título Lo mejor de Salmarina e que são, respectivamte: Las sevillanas de Salmarina (1985); Bordao (1986); Rompeola (1987); Barrio Alto (1989). Se bem que posteriormente, com estes ou otros produtores conseguissem fazer álbuns de grande qualidade, esta fase foi a de afirmação de um estilo que cativou a crítica.
Em rigor, nem sevillanas, nem rocieras se podem considerar integrantes do verdadeiro flamenco, mas situam-se em territórios contíguos. Pois sucede que a opção de Salmarina foi no sentido de reforçar essas influências e, por isso, o seu estilo caracteriza-se por ser mais acústico e por dar protagonismo à guitarra e outros instrumentos que se tornaram comuns no nuevo flamenco. Por outro lado, tiveram sempre o cuidado de se rodear da colaboração de instrumentistas de qualidade (Carles Benavent, Vicente Amigo...) e de se colocar sob a orientação de produtores com apurado sentido de inovação. Finalmente, as vozes são do melhor que se pode encontrar neste tipo de grupos. Têm, pode-se dizer, uma matriz identificadora que resulta de uma original intercepção entre tradicionalismo e modernidade - algo que se nota não apenas na sua música, mas também no grafismo das capas e encartes das gravações. Por tudo isto, Salmarina está para as sevillanas, como Ketama, La Barbería del Sur, Pata Negra estão para o flamenco.

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Salmarina - A querer in Las sevillanas de Salmarina (1985)


Salmarina - Pregonero in Rompeola (1987)

Andalucía (20)

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Sevilla - Início do século XX

sábado, fevereiro 17, 2007

Andalucía (19)

Alpujarra Oriental in Andalucía es de cine (2002)

Alpujarra (ou Alpujarras) é uma região situada entre a Sierra Nevada e as montanhas do litoral, no sudeste da província de Granada. É montanhosa e o seu povoamento (pouco denso) dispersa-se por apertados vales. Alguns desses vales têm microclimas que determinam uma flora distinta da que predomina nesta parte da Peninsula. Com efeito, podem-se encontrar aqui, quase lado a lado, áreas de densa florestação e áreas desérticas.
Tem uma história densa e convulsa. Foi um dos mais importantes redutos da população mourisca que, após a queda do Reino de Granada, decidiu permanecer. Foi aqui que, em finais do século XVI e início do século XVII, ocorreu o mais grave levantamento mourisco. Foi implacavelmente afogado em sangue e determinou a expulsão do que restava desta comunidade para o norte de África. O seu vazio foi parcialmente ocupado por algumas vagas colonizadoras vindas do norte, nomeadamente da Galiza. Por essa razão são visíveis indícios de raízes galegas que podem parecer, à primeira vista, insólitos em bandas tão meridionais. Tais indícios vão desde apelidos familiares até à toponímia. Entremeados com dominantes vestígios mouriscos, ajudam a configurar uma peculiar identidade alpujarreña.

Com tão ricos antecedentes, ainda por cima bem conservados pelo grande isolamento geográfico, a Alpujarra é um catálogo de história e geografia. Não por acaso, o hispanista inglês Gerald Brenan escolheu a região para viver.

sábado, janeiro 13, 2007

Andalucía (18)

Sevilla (I) in Andalucía es de Cine (2002)



Falete - Sevilla in Puta mentira (2006)


Rocío Jurado - Sevilla in Sevilla (1991)

domingo, setembro 10, 2006

Andalucía (17)

Jaén in Andalucía es de cine (2002)

Baeza (I) in Andalucía es de cine (2002)

Montefrío in Andalucía es de cine (2002)

Alcalá la Real in Andalucía es de cine (2002)

Há várias amostras no YouTube de clips da série Andalucía es de cine. Os exemplos acima apresentados são Jaén, Baeza, Montefrío e Alcalá la Real. De seguida reproduzo a imagem e o texto do post Geografia de Espanha 9.

Manuel Gutiérrez Aragón / Juan Lebrón / Fernando Olmedo - Andalucía es de cine (2002)
Na senda aberta por A Vista de Pajaro surgiram séries análogas dedicadas ao País Vasco e Navarra, à Catalunha e à Galiza. Recentemente tomei contacto com esta série, dedicada à Andaluzia. É, como as demais, notável, contudo, apresenta algumas particularidades que a afastam do modelo mais ou menos estabelecido. Apresenta-se como uma enciclopédia audiovisual geográfica. São 250 clips com a duração de 1 minuto e meio, dedicados a uma localidade, comarca ou serra. As mais importantes localidades são contempladas com dois ou três clips - é o caso, por exemplo, de Sevilha, Granada e de todas as demais capitais de província. A duração e concepção dão a entender que cada clip foi concebido como interlúdio nas emissões televisivas do canal autonómico Canal Sur. Esta particularidade é, à primeira vista, um pouco desconcertante mas acaba por ser entendida não só em função deste conceito de inserção televisiva, como, sobretudo, pelo carácter enciclopédico com que a edição em DVD é apresentada. Efectivamente, cada clip é apresentado por ordem alfabética e existem informações complementares como base de dados, mapas de localização e fotografias sobre cada lugar objecto do clip. A série é também original, na medida em que, por exemplo, a locução e o carácter dos textos têm um carácter muito diferente das outras séries. A locução (a cargo do actor Juan Luís Galiardo) é épica, arrebatada, muito afastada, por exemplo, da sóbria emotividade de Juan María del Río. A música é também épica (sempre o mesmo extracto da suite orquestral The Planets, de Gustav Holst) Deve-se dizer que locução e música adequam-se à natureza dos textos, da autoria do escritor José Caballero Bonald - são textos de prosa quase poética, recheados de adjectivos enfáticos e exaltantes. Sob o ponto de vista técnico é uma série extraordinária. A qualidade da fotografia e montagem reflecte da melhor maneira os avanços da tecnologia, mas reflecte, sobretudo, a mestria de um realizador como Manuel Gutiérrez Aragón. Note-se que não há uma utilização exclusiva de meios aéreos, pois há alguns planos terrestres - inovação que, tendo em conta os precedentes, quase se assume como heterodoxa, mas, que, apesar de tudo, não pode deixar de ser saudada. Por fim, uma palavra para a matéria-prima básica. Como é bela a Andaluzia! Como são belos aqueles pueblos blancos nas serranias ou nas planícies, entre olivos ou à beira das marismas!
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domingo, outubro 16, 2005

Andalucía (16)

Salmarina - Salobre (1999)
Sanlúcar de Barrameda é uma cidadezinha andaluza, pertencente à província de Cádiz e situada na embucadura do Guadalquivir. Foi o centro do ducado de Medina Sidonia e tem um património que atesta a riqueza do seu passado. É também terra vinhateira e piscatória. Nos campos que a separam da vizinha Jerez de la Frontera estendem-se os vinhedos que originam o xerry. No seu porto ainda se vê atracada uma importante frota pesqueira. É também terra de música, ou não estivesse a um passo de Jerez - capital do flamenco. O trio Salmarina é de Sanlúcar e na capa deste álbum apresentam-se entre redes de pesca com traineiras ao fundo, num cais da sua cidade. Apropriadamente, ao longo do seu repertório, abunda a temática marinera. Sob este ponto de vista, portanto, não é novidade. Novidade é que, depois de uma trajectória que a partir de certa altura derivou por várias editoras e produtores de alguma projecção, este álbum foi produzido por Tate Montoya e editado por uma pequena editora local. Assinala o regresso a um âmbito localista; um certo esvaizamento de apostas inovadoras de fôlego ambicioso. É, contudo, um álbum excelente, marcado por uma apurada tonalidade acústica de signo flamenco. O repertório, onde predominam os temas do compositor (também ele sanluqueño) José Miguel Évora é muito bom. Contudo, o melhor de todos, Y se va, é de Tate Montoya. As vozes... essas continuam afinadas, vibrantes e expressivas como sempre.
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sábado, outubro 15, 2005

Andalucía (15)

Salmarina - Una noche de soberbia (1994)
O ponto mais extremo da trajectória inovadora de Salmarina foi atingido neste álbum. Tal ocorre, uma vez mais, pela mão José Miguel Évora, de regresso como produtor do grupo e, pela primeira vez, numa editora multinacional, a Polygram. O reconhecimento da crítica possibilitara a evolução. O conceito aqui presente é, efectivamente, inovador - encadeamento dos temas mais importantes de todo o repertório e utilização de arranjos sob duas formas distintas: exclusivamente acústica ou sinfónica (com a London Symphony Orchestra). A opção acústica não é uma novidade, já que se insere nas opções que sempre constituiram imagem-marca do grupo e que se caracterizam por uma aproximação aos moldes flamencos. Contudo, a opção sinfónica assumia-se como um risco evidente. O resultado está, sob todos os pontos de vista, além das melhores expectativas - é, uma vez mais, a confirmação de que o género sevillanas não tem, necessariamente, que ficar confinado nos estreitos limites formais que tradicionalmente o definem. Aparentemente, em termos estritamente comerciais, a aposta não correspondeu ao investimento. A partir daqui o trio de Sanlúcar de Barrameda encetará uma caminho marcado por opções cada vez mais convencionais e, a breve trecho, voltará a gravar para editoras de pequena dimensão.
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sexta-feira, outubro 14, 2005

Andalucía (14)

Andaluzia
Região Autónoma: Andalucía - (7.600.000 habitantes)
Capital: Sevilla (710.000) / Outras cidades: Málaga (547.000); Córdoba (308.000); Granada (241.000); Jerez de la Frontera (183.000); Almería (166.000); Huelva (142.000); Cádiz (133.000); Jaén (113.000); Dos Hermanas (102.000); Algeciras (101.000); Marbella (100.000); San Fernando (88.000); Linares (85.000); El Puerto de Santa María (76.000).
Índice Paridades de Poder de Compra: 69,3 (Média UE25 = 100)
Províncias: Huelva (463.000); Sevilla (1.728.000); Córdoba (762.000); Jaén (644.000); Almería (537.000); Granada (822.000); Málaga (1.287.000); Cádiz (1.116.000).

A Andaluzia é uma região de admiráveis belezas e possuidora de um carácter muito vincado. Estes atributos contribuiram para uma imagem sustentada em lugares-comuns, os quais, aliás, se tornaram extensíveis à própria imagem de Espanha. São lugares-comuns bem conhecidos e que me dispenso de enumerar exaustivamente - vão desde a peineta y bata de cola ao salero y fiesta, passando, claro está, pelo flamenco. Em parte legítimos, em parte ilegítimos. Um exemplo é a ideia de que muitos destes elementos advêm da influência árabe, tendo em conta que foi aqui que persistiu o último reduto europeu muçulmano independente até tempos bastante avançados (1492) e persistiu uma forte minoria morisca até inícios do séc XVII. Na verdade, esses elementos são bastante menos do que se possa pensar, já que a colonização por gentes vindas do Norte foi massiva e substutuiu, efectivamente, as comunidades moriscas, as quais, depois de sofrerem a deserção pelo constante acosso, acabaram mesmo por ser expulsas. Isto não impede, evidentemente, que seja na Andaluzia que se encontre muitos dos mais brilhantes monumentos do Islão e que o urbanismo, as técnicas agrícolas e algumas tradições atestem poderosamente esse legado. Na passagem de testemunho de civilização para civilização houve muito que foi assimilado e houve uma paisagem geo-humana que, no essencial, se manteve. Daí, que a grande atracção da Andaluzia seja este carácter de interface de duas civilizações num privilegiado cenário.
Nem tudo é belo na Andaluzia. Muito do que mais desinteressante a Espanha tem está lá presente. Por exemplo: o turismo massificado da costa do Mediterrâneo com todo o seu cortejo de mau-gosto. Mas uma região que tem Sevilha, Granada e tantos e tantos outros lugares de encanto, tem larga margem para aguentar com Torremolinos... Por outro lado, há o atraso económico-social, bem assinalado por todas as estatísticas, nomeadamente as que dizem respeito ao desemprego, aqui tradicionalmente muito elevado. Com excepção dos bastiões turisticos (litoral de Málaga, Granada e Almería) e dos enclaves das produções de horto-fruticultura de estufa (Almería), a região é pobre e, em certo sentido, mais pobre do que já foi, na medida em que apresenta em Cádiz uma situação de forte desindustrialização, na generalidade no Baixo Guadalquivir (Córdoba, Sevilla) uma agricultura e pecuária sem perspectivas e no litoral de Huelva uma pesca em forçada recessão.

terça-feira, outubro 11, 2005

Andalucía (13)

Manuel Gutiérrez Aragón / Juan Lebrón / Fernando Olmedo: Andalucía es de cine
Na senda aberta por A vista de pájaro surgiram séries análogas dedicadas ao País Vasco e Navarra, à Catalunha e à Galiza. Recentemente tomei contacto com esta série, dedicada à Andaluzia. É, como as demais, notável, contudo, apresenta algumas particularidades que a afastam do modelo mais ou menos estabelecido. Apresenta-se como uma enciclopédia audiovisual geográfica. São 250 clips com a duração de 1 minuto e meio, dedicados a uma localidade, comarca ou serra. As mais importantes localidades são contempladas com dois ou três clips - é o caso, por exemplo, de Sevilha, Granada e de todas as demais capitais de província. A duração e concepção dão a entender que cada clip foi concebido como interlúdio nas emissões televisivas do canal autonómico Canal Sur. Esta particularidade é, à primeira vista, um pouco desconcertante mas acaba por ser entendida não só em função deste conceito de inserção televisiva, como, sobretudo, pelo carácter enciclopédico com que a edição em DVD é apresentada. Efectivamente, cada clip é apresentado por ordem alfabética e existem informações complementares como base de dados, mapas de localização e fotografias sobre cada lugar objecto do clip. A série é também original, na medida em que, por exemplo, a locução e o carácter dos textos têm um carácter muito diferente das outras séries. A locução (a cargo do actor Juan Luís Galiardo) é épica, arrebatada, muito afastada, por exemplo, da sóbria emotividade de Juan María del Río. A música é também épica (sempre o mesmo extracto da suite orquestral The Planets, de Gustav Holst) Deve-se dizer que locução e música adequam-se à natureza dos textos, da autoria do escritor José Caballero Bonald - são textos de prosa quase poética, recheados de adjectivos enfáticos e exaltantes. Sob o ponto de vista técnico é uma série extraordinária. A qualidade da fotografia e montagem reflecte da melhor maneira os avanços da tecnologia, mas reflecte, sobretudo, a mestria de um realizador como Manuel Gutiérrez Aragón. Note-se que não há uma utilização exclusiva de meios aéreos, pois há alguns planos terrestres - inovação que, tendo em conta os precedentes, quase se assume como heterodoxa, mas, que, apesar de tudo, não pode deixar de ser saudada. Por fim, uma palavra para a matéria-prima básica. Como é bela a Andaluzia! Como são belos aqueles pueblos blancos nas serranias ou nas planícies, entre olivos ou à beira das marismas!
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quarta-feira, setembro 07, 2005

Andalucía (12)

Livro: Washington Irving - Cuentos de La Alhambra (1832)

sexta-feira, março 25, 2005

Andalucía (11)

La saeta

Dijo una voz popular:
Quién me presta una escalera
para subir al madero
para quitarle los clavos
a Jesús el Nazareno?

Oh, la saeta, el cantar
al Cristo de los gitanos
siempre con sangre en las manos
siempre por desenclavar.
Cantar del pueblo andaluz
que todas las primaveras
anda pidiendo escaleras
para subir a la cruz.

Cantar de la tierra mía
que echa flores
al Jesús de la agonía
y es la fe de mis mayores
!Oh, no eres tú mi cantar
no puedo cantar, ni quiero
a este Jesús del madero
sino al que anduvo en la mar!
Antonio Machado

quinta-feira, março 24, 2005

Andalucía (10)

Sagrado Descendimiento
Hdad. El Descendimiento (Málaga)

Andalucía (9)

Ntro. Padre Jesús de la Pasión

Andalucía (8)

María Santísima de la Esperanza Macarena

Andalucía (7)

Ntro. Padre Jesús de La Sentencia